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ISABELLA BRITO
Residência artística
2026.
Barranco Ateliê.
Anápolis - GO.




Durante sua residência no Barranco Ateliê, entre fevereiro e março de 2026, Isabella Brito desenvolveu o projeto "Vagalume tem-tem", uma investigação que articula prática artística e pesquisa conceitual, refletindo sobre memória, apagamento e permanência no Cerrado, a partir do vagalume como metáfora de resistência cultural e ecologia sensível.

Durante a residência, a artista trabalhou com apropriação de objetos antigos e experimentou a pintura com tinta fosforescente, explorando paisagem rural, território e imaginário do interior. O desenvolvimento das obras do projeto "Vagalume tem-tem" foram exibidos durante o Ateliê Aberto no Barranco em março de 2026.

A produção da artista está correlacionada à sua pesquisa “O apagar da memória: vagalumes, arte contemporânea e cultura caipira no Cerrado”, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Territórios e Expressões Culturais no Cerrado (PPG TECCER) na Universidade Estadual de Goiás (UEG), sob orientação do prof. Rafael de Almeida no âmbito do Entre-Imagens: Laboratório Experimental de Cinema e Arte.

Isabella Brito. "Vagalume tem-tem". 2026. Barranco Ateliê Aberto. Foto: Paulo Rezende.
Isabella Brito. "Vagalume tem-tem". 2026. Barranco Ateliê Aberto. Foto: Paulo Rezende.
Isabella Brito. Residência Artística no Barranco Ateliê. Foto: Gustavo Luiz.
Isabella Brito. Residência Artística no Barranco Ateliê. Foto: Barranco.
Isabella Brito. Residência Artística no Barranco Ateliê. Foto: Barranco.
Isabella Brito. Residência Artística no Barranco Ateliê. Foto: Barranco.
Isabella Brito nasceu em Anápolis (GO), em 1993, vive e trabalha entre Anápolis e Goiânia. É graduada em Arquitetura e Urbanismo e em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Sua pesquisa artística investiga as relações entre objetos cotidianos, memória e paisagem rural, explorando deslocamentos, afetos e narrativas que atravessam o território e o imaginário do interior.

Brito realizou a exposição individual “Erosão Inevitável do Tempo” no Museu de Arte de Brasília (MAB) em 2026, também participou de exposições coletivas como o 26o Salão Anapolino de Arte, "Escalas Invertidas" no Miami Cultural Hispanic Arts Center, "Tubo de Ensaio" no Centro Cultural Octo Marques em Goiânia e Transparências e Opacidades no Centro Cultural UFG.

A residência da artista no Barranco compõe o projeto Ateliê de Pintura, uma proposta para explorar a prática e experimentação pictórica no contexto da arte contemporânea goiana. Este projeto é realizado com recursos do Programa Goyazes do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

Obras da artista

"Preâmbulos". Isabella Brito. 2019. Fotografia de Geovanna Belizze.
"Intento". Isabella Brito. 2022. Fotografia de Geovanna Belizze.
"Marimbondos". Isabella Brito. 2021. Fotografia de Geovanna Belizze.
"Hóspede". Isabella Brito. 2022. Fotografia de Paulo Rezende.
"Hóspede" de Isabella Brito em exposição do 26° Salão Anapolino, em 2022. Fotografia de Paulo Rezende.
"Hóspede" de Isabella Brito em exposição do 26° Salão Anapolino, em 2022. Fotografia de Paulo Rezende.
Detalhe de "Hóspede". Isabella Brito. 2022. Fotografia de Geovanna Belizze.
Detalhe de "Imolação". Isabella Brito. 2019. Fotografia de Geovanna Belizze.
"Tempestade". Isabella Brito. 2023. Fotografia de Geovanna Belizze.
"Vida, doçura". Isabella Brito. 2026. Fotografia de Geovanna Belizze.







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